Quase metade dos ministros que compõem o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) devem deixam seus cargos. As saídas devem ocorrer porque alguns ministros desejam disputar as eleições deste ano. Se as especulações forem confirmadas, os ministérios terão novos chefes a partir de abril.
De acordo com informações do jornal O Globo, o plano do Executivo é colocar à frente das pastas os atuais secretários-executivos que já atuam nos ministérios. Em dezembro, Lula havia dito, durante um café com jornalistas, que sabia que pelo menos 18 ministros sairiam do governo.
No entanto, segundo o veículo, o número de colaboradores que podem deixam os cargos pode chegar a 22. Entre os ministros que podem sair estão o da Fazenda, Fernando Haddad, e Ricardo Lewandowski, da Justiça. Lula deve conversas com os dois antes da decisão final ser tomada. No caso de ambos, não há planos para disputar o pleito.
Lewandowski, que substitiu Flávio Dino na chefia da pasta, disse que sua missão no governo já foi cumprida, além de querer ficar mais perto da família. Mas, Lula já expressou seu desejo de ver o ex-ministro do STF disputando o governo de São Paulo ou o Senado.
Já Haddad pretende ajudar na campanha de reeleição de Lula. Ele também deseja que Dario Durigan, seu secretário-executivo, seja seu substituto.
Os outros ministros que podem deixar os cargos são: Geraldo Alckmin, da Indústria e Comércio; Rui Costa, da Casa Civil; Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais; Sidônio Palmeira, da Comunicação Social; Marina Silva, do Meio Ambiente; Simone Tebet, do Planejamento; Jader Filho, da pasta de Cidades; Waldez Goés, da Integração Nacional; Renan Filho, do Transportes; Silvio Costa Filho, do Portos e Aeroportos; Wolney Queiroz, da Previdência; Paulo Teixeira, do Desenvolvimento Agrário; André Fufuca, do Esporte; André de Paula, da Pesca; Macaé Evaristo, de Direitos Humanos; Sonia Guajajara, dos Povos Indígenas, e Anielle Franco, da Igualdade Racial.











































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