A manifestação oficial veio numa nota, por volta das dez da manhã.
Sem citar os nomes de Nicolás Maduro e Donald Trump, Lula disse que os bombardeios em território venezuelano e a captura de seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. “Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, diz a nota.
“Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo.”
Lula afirmou que a condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre tem adotado em situações recentes em outros países e regiões. Declarou que a ação lembra os piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como zona de paz.
E concluiu: “A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação.”
O presidente convocou, em seguida, uma reunião de emergência no Palácio do Itamaraty.











































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