O diretor do Banco Central negou ter recomendado a compra de carteiras supostamente fraudadas no âmbito do chamado Caso Master e afirmou que nunca atuou para favorecer qualquer instituição financeira envolvida nas investigações. Em manifestação oficial, ele classificou as acusações como infundadas e disse que suas decisões sempre seguiram critérios técnicos e legais.
Como forma de demonstrar transparência, o dirigente anunciou a abertura voluntária de seu sigilo bancário, colocando suas movimentações financeiras à disposição das autoridades responsáveis pela apuração. Segundo ele, a medida tem o objetivo de afastar qualquer dúvida sobre sua conduta e colaborar integralmente com as investigações em andamento.
De acordo com o diretor, não houve orientação, recomendação ou interferência para a aquisição de ativos irregulares ou carteiras com indícios de fraude. Ele ressaltou que o Banco Central atua de forma colegiada e que decisões relacionadas à supervisão do sistema financeiro seguem protocolos rígidos, com registros formais e controles internos.
O Caso Master apura possíveis irregularidades envolvendo operações financeiras e a comercialização de carteiras de crédito, levantando suspeitas sobre a origem e a legalidade de determinados ativos negociados no mercado. As investigações analisam se houve falhas de fiscalização, omissões ou atuação indevida de agentes públicos e privados.
Em nota, o Banco Central informou que acompanha o caso e reafirmou seu compromisso com a integridade, a transparência e a estabilidade do sistema financeiro nacional. A instituição destacou ainda que colabora com os órgãos de controle e que eventuais responsabilidades serão apuradas nos termos da lei.
As investigações seguem em andamento, e novas diligências não estão descartadas.











































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