O Banco Central decidiu classificar como sigilosos os registros de comunicações mantidas entre integrantes da instituição e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relacionadas ao processo de liquidação do Banco Master.
Mesmo diante de solicitações feitas por veículos de comunicação com base na Lei de Acesso à Informação (LAI), o Banco Central negou a liberação dos registros.
O Banco Central justificou a negativa alegando a necessidade de resguardar dados patrimoniais e informações de caráter pessoal.
Segundo a instituição, processos que envolvem a análise de operações de transferência de controle contêm informações sensíveis, como dados financeiros protegidos por sigilo bancário, informações pessoais amparadas pelo direito à intimidade e à privacidade, além de dados patrimoniais, contábeis e estratégicos das instituições supervisionadas, protegidos por sigilo empresarial.











































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